Dr. Rafael Gontijo no centro cirúrgico

Dr. Rafael Gontijo

Segurança, precisão e acolhimento
em cada cirurgia.

É justamente essa consciência que guia cada etapa
do meu trabalho como cirurgião micrográfico.

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Retrato do Dr. Rafael Gontijo

CRM 27347 | RQE 12326

Médico dermatologista

Cirurgião Micrográfico de Mohs

Mais de 1000 cirurgias micrográficas de Mohs realizadas
e pioneiro na sua realização no estado da Bahia, desde 2015.

Conheça mais sobre a
cirurgia micrográfica de Mohs

O método com a maior chance de cura do câncer de pele,
aliado ao melhor resultado estético.

Assista ao vídeo da Sociedade Brasileira de Dermatologia:

Um propósito claro:

Dedico minha vida à oncologia cutânea, pois acredito que cuidar vai além da cura.
É estar presente, orientar com clareza e oferecer um atendimento individualizado,
respeitando a história e as necessidades de cada paciente.

Muito prazer, sou o Dr. Rafael Gontijo

Dr. Rafael Gontijo, dermatologista

Sou cirurgião micrográfico de Mohs com mais de 10 anos de experiência nessa área.

Veja minha trajetória:

  1. Graduação em Medicina na Universidade Federal do Ceará (UFC) em 2008.
  2. Residência médica em Dermatologia no Hospital Federal dos Servidores RJ.
  3. Sócio Titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia – SBD.
  4. Especialização em Cirurgia dermatológica e Cirurgia Micrográfica de Mohs na Faculdade de Medicina do ABC – São Paulo.
  5. Cirurgião Micrográfico de Mohs certificado pela Sociedade Brasileira de Dermatologia – SBD.
  6. Membro fundador do Colégio Brasileiro de Cirurgia Micrográfica de Mohs – CBMOHS.

Sobre o câncer de pele:

Perguntas frequentes

  • Geralmente é feita sob anestesia local, ou seja, o cirurgião infiltra o anestésico ao redor da lesão - esse é o único momento em que o paciente sente um desconforto, porém, após a anestesia fazer efeito, a lesão é retirada de forma completamente indolor. Entretanto, caso o paciente não queira ser submetido a anestesia local, ou em casos de tumores grandes e mais complexos, a cirurgia pode ser feita sob sedação endovenosa por um médico anestesista.

  • Embora a cirurgia de Mohs possa levar mais tempo do que outras técnicas, os avanços na tecnologia fizeram-na mais rápida. É impossível prever exatamente quanto tempo dura cada cirurgia. Durante um bom período do procedimento, o paciente não necessariamente está sendo submetido à cirurgia, pois há o processo de confecção das lâminas do tumor para serem vistas sob o microscópio.

  • Não. O paciente chega no mesmo dia da cirurgia e após o término da mesma é liberado para dormir em casa

  • Raramente. Quando ocorre, geralmente é discreto e facilmente controlado com compressão local, pressionando com um algodão por cerca de 10 minutos.

  • Sim, assim como qualquer tratamento cirúrgico para câncer de pele. No entanto, a cirurgia micrográfica de Mohs permite a remoção precisa do tumor, preservando ao máximo a pele saudável, o que resulta, na maioria dos casos, em cicatrizes menores e com melhor resultado estético.

    A evolução da cicatriz varia de acordo com fatores individuais, como localização da lesão, tipo de pele e cuidados no pós-operatório.

    Nos primeiros meses, é comum que a cicatriz apresente uma coloração avermelhada, relacionada à formação de novos vasos sanguíneos durante o processo de cicatrização. Essa alteração é temporária e tende a melhorar progressivamente com o tempo.

    Durante a cicatrização, também pode ocorrer um período de contração da pele, fazendo com que a cicatriz fique mais elevada ou endurecida algumas semanas após a cirurgia. Na face, essa mudança é quase sempre temporária, e a cicatriz costuma amolecer e melhorar espontaneamente ao longo dos meses.

    De modo geral, a cicatriz pós-cirúrgica continua a evoluir e melhorar com o tempo, podendo levar até um ano ou mais para atingir sua maturidade completa.

  • Sim. Após a biópsia, o câncer de pele pode não estar mais visível a olho nu. No entanto, a porção superficial removida pode representar apenas a “ponta do iceberg”. Células tumorais podem permanecer na pele, crescendo em profundidade e lateralmente, de forma semelhante à raiz de uma árvore.

    Se essas células não forem removidas, o tumor pode reaparecer e, muitas vezes, exigir um tratamento cirúrgico mais extenso. Além disso, lesões não tratadas podem se aprofundar na pele e invadir estruturas vizinhas, como cartilagem, músculo ou osso.

    Em situações raras, especialmente quando o diagnóstico e o tratamento são tardios, essas células cancerosas podem se espalhar para os gânglios linfáticos ou outros órgãos.

    Por isso, mesmo quando a pele aparenta estar normal após a biópsia, o tratamento adequado é fundamental para garantir a cura e evitar complicações futuras.

  • Por causa da alta taxa de sucesso da cirurgia de Mohs, a maioria dos pacientes requerem apenas uma única cirurgia. Esta cirurgia geralmente inclui a reparação da ferida também. Outros métodos podem requerer cirurgia adicional e leituras de patologia, a fim de reparar o ferimento e tratar o câncer, se não for completamente removido. Cada uma dessas cirurgias adicionais e leituras de patologia podem exigir mais custos, enquanto um único procedimento de cirurgia de Mohs inclui tudo isso.

  • O valor pode variar bastante, dependendo de vários fatores como complexidade do caso, tamanho do tumor, profundidade, tipo de anestesia, necessidade de reconstrução mais complexa e estado clínico do paciente. Por esse motivo, o orçamento é sempre individualizado e só pode ser definido após uma avaliação médica.

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